Obras de Kierkegaard

Principais obras de Søren Aabye Kierkegaard (1813-1855), personalidade do mês de Abril de 2007   – 1841: Tese de Doutorado em Teologia – 1843: Enten, Eller (A alternativa). Incluindo o Diário de um sedutor.– 1843: Temor e Tremor.  Ao mesmo tempo aparece Repetição, que trata do tempo e da felicidade.– 1844: As Migalhas Filosóficas, que trabalha … Continuar a ler

mais importante do que a busca de uma VERDADE

Para  kierkegaard mais importante do que a busca de uma VERDADE com letras maiúsculas era a busca de verdades que são importantes para a vida de cada indivíduo. Ele dizia que o importante era encontrar “a minha verdade”, a verdade de cada um. Ele opunha o indivíduo ao “sistema”, portanto. Kierkegaard dizia que Hegel também se … Continuar a ler

a liberdade

“Se a verdade é subjectiva, daí decorre uma liberdade ilimitada. Kierkegaard [1813-1855] não só rejeitou o determinismo lógico de Hegel (…) como também sustentou a importância suprema do indivíduo e das suas escolhas lógicas ou ilógicas. Qualquer forma de absoluto (e aí está um ataque a Hegel) que não seja a liberdade, será necessariamente restritiva … Continuar a ler

Acima da razão e da ética

“O dinamarquês Kierkegaard [1813-1855], exaltava o concreto, o singular, o homem enquanto subjectividade. Dividia a existência do homem em três estádios: “1) o estético, em que o homem busca a sua satisfação sensorial, liberdade e imediatismo. Porém ele age sem parâmetro e isso leva-o à percepção de que não tem uma revelação satisfatória do sentido … Continuar a ler

o projecto de Kierkegaard

“Mas o projecto de Kierkegaard [1813-1855] rompeu-se e é irreparável. A dialéctica enfática de Kierkegaard não foi capaz de atingir nenhum ser solidamente fundado na subjectividade; a desesperança, em que se desmoronou a subjectividade, foi o último abismo, que se lhe abriu; uma desesperança objectiva, que transforma o projecto do ser-em-subjetividade num projecto infernal; ela … Continuar a ler

O religioso

“[Søren Aabye Kierkegaard (1813-1855)] Considerava as ideias de Hegel como um anátema, sobretudo porque o filósofo alemão não levava em conta, na sua opinião, a existência pessoal nem reconhecia a natureza de Deus. A relação do homem com Deus é, na verdade, o tema dominante das obras de Kierkegaard. A primeira delas, Ou/Ou, publicada em … Continuar a ler

Søren A. Kierkegaard: personalidade do mês de Abril de 2007

“O temor diz respeito a qualquer coisa de preciso, ao passo que a angústia é a realidade da liberdade, como possibilidade frente à possibilidade, a possibilidade da liberdade. Somos angustiados por nada: a angústia tem o nada como objecto… é a vertigem da liberdade, o arrependimento em potência, a suspeita da consequência antes que ocorra. … Continuar a ler