Ayn Rand e o homem como um fim em si mesmo.

(em português-br)

“A realização mais profunda da Revolução Americana foi a subordinação da sociedade à lei moral. O princípio dos direitos individuais estendeu a moralidade ao sistema social—como limitação ao poder do Estado, como proteção do homem contra a força bruta do coletivo, como subordinação da força ao direito. Os Estados Unidos foram a primeira sociedade moral da História.
Antes, o homem havia sido considerado como meio para os fins dos outros, e a sociedade como um fim em si mesma. A Revolução Americana considerou o homem como um fim em si mesmo, e a sociedade como um meio para a coexistência pacífica e voluntária dos indivíduos. Antes, considerava-se que a vida de um homem pertencia à sociedade e que a liberdade do homem era concessão da sociedade, revogável a qualquer tempo. A Revolução Americana introduziu a noção de que a vida de um homem é dele por direito (o que significa: por princípio moral e por sua natureza); que um direito é propriedade de um indivíduo; que a sociedade, como tal, não tem direitos; e que o único propósito moral de um governo é a proteção dos direitos individuais, entendido “direito” como um princípio moral que nomeia e sanciona a liberdade de ação de um indivíduo em um contexto social. Há apenas um direito fundamental (todos os outros são conseqüências ou corolários): o direito de um homem à sua própria vida.”

Ayn Rand (1905-1982)

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