Do emotivismo ético

“Dado que o homem tem certos princípios morais, argumentamos que deve, a fim de ser consistente, reagir moralmente a certas coisas de certa maneira.” (…) “aquilo acerca de que não argumentamos, nem podemos argumentar, é a validez destes princípios morais.” A. J. Ayer (1910-1989) Anúncios

Proposições que contém símbolos éticos

“(…) proposições, que normalmente contém símbolos éticos, não são equivalentes a proposições que expressam conteúdos de juízo psicológicos ou, genericamente,  quaisquer conteúdos de juízo empíricos.” A.J. Ayer (1910-1989) In: Linguagem, verdade e lógica

Positivismo lógico…

«A característica principal de uma proposição factual genuína não é que esta deva ser equivalentea uma proposição da experiência, nem aqualquer número finito de proposições da experiência,mas simplesmente o facto de algumasproposições da experiência poderem ser deduzidasa partir dela em conjunção com determinadasoutras premissas sem serem dedutíveis apenas apartir destas» A.J. Ayer (1910-1989)

Verdadeiro e falso, certeza e incerteza…

“(…) é apenas com o uso da linguagem que verdadeiro e falso, certeza e incerteza, surgem completamente no cenário” A.J. Ayer (1910-1989)

David Brooks: The social animal / TED

O pensamento racional

 “(…) o pensamento racional se estabelecerá num tempo de total não-vida, recusando o vital. Que a vida, por seu lado, se desenvolva e traga as suas necessidades, é, sem dúvida, uma fatalidade corporal. Mas isso não suprime a possibilidade de se retirar do tempo vivido, para encadear pensamentos numa ordem de uma nova temporalidade.” Gaston … Continuar a ler

A fonte do encanto da filosofia

“Temos visto que o mundo não pode ser determinado a partir da nossa maneira de concebê-lo: mas a nossa concepção do mundo é algo que a Filosofia pode ajudar a mudar. Mesmo assim, essa não é a fonte do seu encanto para a maioria daqueles que a praticam. Para eles, o valor da Filosofia consiste … Continuar a ler

Filósofo moral

  “Há uma distinção, que nem sempre é suficientemente bem marcada, entre a actividade de um moralista, que pretende elaborar um código de Ética ou encorajar a sua observância e a actividade de um filósofo moral cujo interesse não é propriamente emitir juízos morais, mas sim analisar a sua natureza.” A.J. Ayer (1910-1989)

Acções explicadas

“(…) dizer que eu poderia ter agido de outra maneira é dizer, primeiro, que eu teria agido de outra maneira se assim o tivesse escolhido; segundo, que a minha acção foi voluntária no sentido em que as acções, digamos, de um cleptomaníaco não o são; e, em terceiro lugar, que ninguém me obrigou a escolher … Continuar a ler

Fatalismo

“Se o facto de alguém saber o que eu farei amanhã não torna necessário que eu o farei, então o facto de alguém saber o que eu farei, não somente amanhã, mas em todos os dias da minha vida, tampouco torna necessárias essas acções (…) Nem faz qualquer diferença se a pessoa a quem o … Continuar a ler

Bryan Magee talks to A. J. Ayer

http://www.youtube.com/watch?v=DMlXmLbGKJY  http://www.youtube.com/watch?v=QQS9fFg0cGY  http://www.youtube.com/watch?v=ip6p6Y7IUrE  http://www.youtube.com/watch?v=4cnRJGs08hE 

Análise puramente filosófica

” (…) a principal característica de uma análise puramente filosófica é o facto de estar interessada nas consequências formais das nossas definições e não em questões de ordem empírica’  A.J. Ayer (1910-1989)

Alfred Jules Ayer: personalidade do mês de Março de 2011.

«(…) que as minhas acções possam ser explicadas é tudo o que é exigido pelo postulado do determinismo. Se determinismo parece exigir mais coisas, penso, é porque o uso da própria palavra “determinismo” é de algum modo enganador. Pois tende a sugerir que um acontecimento está de algum modo subjugado a outro, quando a verdade … Continuar a ler