Personalidade do mês de Junho de 2008: Ferdinand de Saussure

“É mister uma massa falante para que exista uma língua. Em nenhum momento, e contrariamente à aparência, a língua existe fora do facto social, visto ser um fenómeno semiológico. A sua natureza social é um de seus caracteres internos” Ferdinand de Saussure (1857-1913) __________ _ _ _ ______________ Durante o mês de Junho de 2008 … Continuar a ler

Atenção e consciência

“Milhões de itens que são apresentados aos meus sentidos nunca entram propriamente na minha experiência. Porquê? Porque esses itens não são do interesse da minha pessoa. A minha experiência é aquilo que eu consinto em captar. Todos sabem o que é a atenção. É o tomar posse pela mente, de modo claro e vívido, de … Continuar a ler

Notafilia – Gago Coutinho – vinte escudos

 .  .

O ponto em que duvidamos de nós e da nossa dúvida

Livro do Desassosego composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa  (Fragmentos) 149 .“Não é fácil distinguir o homem dos animais, não há critério seguro para distinguir o homem dos animais. As vidas humanas decorrem da mesma íntima inconsciência que as vidas dos animais. As mesmas leis profundas, que regem de fora os … Continuar a ler

A significação das vidas alheias

“Somos seres práticos, cada um de nós com funções e determinados encargos para desempenhar. Cada um tende a sentir intensamente a importância dos seus próprios encargos e a significação das condições que os estabelecem. Mas esse sentimento é, em cada um de nós, um segredo vital, e buscamos em vão a simpatia das outras pessoas … Continuar a ler

ERC – TV / publicidade, patrocínios e autopromoções/2007

Entidade Reguladora para a Comunicação Social Relatório de Regulação /2007 (Excerto) Secção 3. Interrupções para publicidade, patrocínios e autopromoções Sumário executivo Na análise às interrupções de emissão para publicidade e autopromoções, os quatro canais preencheram 6739 horas com intervalos em 35.040 horas de emissões. O serviço de programas que mais interrupções apresentou foi a TVI, … Continuar a ler

No fluxo real, concreto e sensível da vida…

“(…) conceptualmente o tempo exclui o espaço; o movimento exclui o repouso; a aproximação exclui o contacto; a presença exclui a ausência; a unidade exclui a pluralidade; a independência exclui a relatividade; o meu exclui o seu; uma concepção exclui a outra e assim sucessivamente; enquanto que, no fluxo real, concreto e sensível da vida, … Continuar a ler

Alentejo / Castelo de Monsaraz

 .                                                             Castelo de Monsaraz                                             MR1007

Devemos perceber de ciência e tecnologia…

“(…) Temos uma civilização baseada em ciência e tecnologia, e engenhosamente arranjamos as coisas de tal maneira que quase ninguém entendede ciência e tecnologia. Isto é uma receita mais eficaz para o desastre do que se pode imaginar. Embora possamos lidar com essa mistura combustível de ignorância e poder por algum tempo, mais cedo ou … Continuar a ler

O hábito simplifica…

“Hábitos são acções ou pensamentos que aparecem aparentemente como respostas automáticas a uma dada experiência. Diferem dos instintos pelo facto de que um hábito pode ser criado, modificado ou eliminado pela direcção consciente. Os hábitos são valiosos e necessários. O hábito simplifica o movimento necessário para obter um dado resultado.” William James (1842 -1910)

As crises do mercado…

“Políticos dizem que não estão no comando, que regulam no máximo a estrutura para o mercado. Especialistas científicos dizem que criam meramente oportunidades tecnológicas: eles não decidem como elas serão implementadas. Gente de negócios diz que está respondendo simplesmente a uma demanda dos consumidores. A sociedade tornou-se um laboratório sem nenhum responsável pelos resultados da … Continuar a ler

Superestrutura corporativista e político-partidária / Frases

“Está a tornar-se cada vez menos possível extrair decisões da superestrutura corporativista e político-partidária” Ulrich Beck (n. 1944)

O senso da identidade

“O senso da nossa própria identidade pessoal, então, é exactamente como qualquer uma das nossas outras percepções da semelhança entre fenómenos. É uma conclusão fundada ou numa semelhança fundamental, ou na continuidade anterior à mente, do fenómeno comparado.” William James (1842 -1910)

Dado que… nem tudo é o que parece.

.                                                    Dado que…                         montagem de plagiato / MR*antiga

O que funciona melhor…

“O pragmatismo, de facto, não tem quaisquer preconceitos, quaisquer dogmas obstrutivos, quaisquer cânones rígidos do que contará como prova. É completamente maleável. Colherá qualquer hipótese, considerará qualquer evidência (…) Seu único teste de verdade provável é o que funciona melhor(…) (…) Vê-se desde já até que ponto é democrático. As suas maneiras são tão diversas … Continuar a ler

Aproximações provisórias

“É com cepticismo que encaro a presunção da ciência relativamente à sua objectividade e ao seu carácter definitivo. Tenho dificuldade em aceitar que os resultados científicos, principalmente em neurobiologia, sejam algo mais do que aproximações provisórias para serem saboreadas por uns tempos e abandonadas logo que surjam melhores explicações.” António Damásio (n. 1944)

Memória XXI

“Memória propriamente dita (…) é o conhecimento de um estado mental anterior, após este ter abandonado a consciência; ou ainda, o conhecimento de um evento ou facto, sobre o qual entrementes não estivemos a pensar, somado à consciência de que o pensamos ou o experimentamos anteriormente.” William James (1842-1910)

Pequim 2008

.  Olimpíadas – Pequim 2008

Substituir-se a todas as ideologias

“(…) o consumo entendido enquanto linguagem pode, por si só, substituir-se a todas as ideologias e acabar por assumir a integração de toda a sociedade, como acontecia com os rituais hierárquicos ou religiosos das sociedades primitivas.” Jean Baudrillard (1929 —2007)

Frases: "Se recordássemos tudo… "

*  “Se recordássemos tudo, estaríamos tão mal como se não recordássemos nada.”  William James (1842 -1910)