Verdades eternas

“O idealismo filosófico clássico, na medida em que tendia a secularizar a moral, isto é, a emancipá-la da sanção religiosa, constituiu um imenso progresso (Hegel). Mas, exilada para o céu, a moral passou a necessitar de raízes terrenas. A descoberta dessas raízes foi uma das tarefas do materialismo. Depois de Shaftesbury, tivemos Darwin; depois de Hegel, Marx. Invocar nos nossos dias as “verdades eternas” da moral significa tentar fazer retroceder o pensamento. O idealismo filosófico não é mais do que uma etapa: da religião ao materialismo, ou, pelo contrário, do materialismo à religião.”

Leão Trotski (1879 -1940)

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