finalidade

“A finalidade mais alta é o bem, é o fim geral do mundo. A razão deve considerar essa finalidade como finalidade última do mundo, finalidade essa que se funda sobre a determinação da razão e que o espírito não pode ultrapassar. A fonte na qual se reconhece essa finalidade é a razão pensante; essa finalidade … Continuar a ler

Efeméride: 31 de Janeiro no Porto

31 de Janeiro de 1891 Há 115 anos dava-se a revolta republicana no Porto, que constituiu a primeira tentativa para derrubar a monarquia e implantar de um regime republicano. Gravura de Louis Tynayre que representa a Guarda Municipal a atacar os revoltosos  entrincheirados no edifício da Câmara Municipal, durante a Revolta republicana do Porto. (Gravura … Continuar a ler

contemplação e especulação dos factos históricos

  O pensamento filosófico de Friedrich Hegel (1770-1831) sobre a História está exposto principalmente em duas obras: Fundamentos da Filosofia do Direito, de 1821, e Introdução à Filosofia da História, obra póstuma de 1837. No primeiro capítulo desta obra, Hegel apresenta três definições para o tema estudado, que são, resumidamente: 1.História original, que refere-se a … Continuar a ler

"elementos finitos"

 “elementos finitos”                             In:: “algures na Rede”

o reconhecimento de que o finito não tem de ser verdadeiro

[…] Friedrich Hegel (1770-1831) mostra que o conceito de finito produz o princípio básico do idealismo. Se o Ser das coisas consiste nas suas transformações, mais do que no estado em que elas, as coisas, existem, os múltiplos estados que elas apresentam, quaisquer que sejam a forma e o conteúdo que eles possam ter, são … Continuar a ler

um quadro conceptual de dualidade

“A ciência moderna marca indelevelmente a mentalidade contemporânea. Não a determina, claro, mas influencia-a, tanto no quadro material como no quadro conceptual. O princípio da complementaridade (¹), enunciado pela escola de Copenhaga liderada por Niels Bohr a propósito da física quântica, […] criou no mínimo um quadro conceptual de dualidade. Não temos de aderir por inteiro … Continuar a ler

Hegel e a força vital

“Nós pomos assim apenas a vitalidade, mas a alma do mundo não se distingue ainda como espírito, dessa sua vitalidade. A alma é simplesmente o princípio vivo no ser orgânico; ela não é algo distinto do corpo e material, mas a força vital que a penetra. Por essa razão Platão denominou Deus um zvon imortal, … Continuar a ler

«Lonely Carousel»

* «Lonely Carousel» click na imagem Rodrigo Leão Do álbum “O Mundo (1993-2006)”: Ao lado de Rodrigo Leão estão Ana Vieira e Ângela Silva (vozes), Celina da Piedade (acordeão),  Viviena Toupikova (violino), Luís San Payo (bateria), Luís Ayres (baixo),João Portela (guitarra) e Pedro Costa (violoncelo). Gravação de João Eleutério e Tiago Lopes e mistura por … Continuar a ler

A História tem um propósito

[G. Friedrich Hegel (1770-1831)]na Filosofia da História pressupôs que a história da humanidade é um processo através do qual [o Homem] (…) tem feito progresso espiritual e moral e avançado [no] seu auto-conhecimento. A história tem um propósito e cabe ao filósofo descobrir qual é. Alguns historiadores encontraram a sua chave na [especulação] (…) das … Continuar a ler

continuum vivente

“Enquanto o não-ego (inconsciente) parece ser oposto a nós, naturalmente sentimo-lo como um oposto, mas depois entenderemos que o inconsciente colectivo é como um vasto oceano, com o ego flutuando sobre ele como um pequeno barco. Então, quando vemos isto, surge a questão se estamos contidos no Oceano.[…] os peixes são unidades vivas no oceano; … Continuar a ler

tempo (XLII)

Tempo de Planck * é o tempo passado sobre o Big Bang** a partir do qual as implicações da teoria da relatividade geral de Albert Einstein (1879-1955) passaram a ser válidas. Este intervalo de tempo situa-se na ordem dos 10-43 s(0.0000000000000000000000000000000000000000001 segundos). Para regressões menores que o Tempo de Planck torna-se necessária uma teoria quântica … Continuar a ler

assincronas

assincronas

o filósofo idealista por excelência

[G. Friedrich Hegel (1770-1831) elabora] uma filosofia da inteligibilidade total, da imanência absoluta. A razão aqui não é apenas, como em Kant, o entendimento humano, o conjunto dos princípios e das regras segundo as quais pensamos o mundo. Ela é igualmente a realidade profunda das coisas, a essência do próprio Ser. Ela é não só … Continuar a ler

16.7.1934

Não digas nada! Não, nem a verdade! Há tanta suavidade Em nada se dizer E tudo se entender — Tudo metade De sentir e de ver… Não digas nada! Deixa esquecer.Talvez que amanhã Em outra paisagem Digas que foi vã Toda esta viagem Até onde quis Ser quem me agrada… Mas ali fui feliz… Não … Continuar a ler

a coexistência do ser e do nada

“Com a tentativa de apreender o ser encontramos o nada. Hegel usa este facto como um instrumento para demonstrar o carácter negativo da realidade. (…) Segundo Hegel, não há um única coisa no mundo que não abrigue em si a coexistência do ser e do nada. Cada coisa só é na medida em que, a … Continuar a ler

mais espirais

NGC 2997                                            uma galáxia espiral típica                       In.: “algures na Rede”

espirais

espirais da natureza:  spirulula                   In .:  “algures na Rede”

Efeméride

  * Faz hoje, 18 de Dezembro de 2006, precisamente 50 (cinquenta) anos que  o Japão foi admitido na O.N.U., Organização das Nações Unidas (18-Dez-1956). *           postal japonês                               In.: “algures na Rede”  

Frases

* “O querer do homem é essencialmente livre, livre enquanto é querer” G. Friedrich Hegel (1770-1831) Principais obras de Hegel: 1796             Crítica da Ideia da Religião Positiva          1807             Fenomenologia do Espírito                        1812             Propedêutica Filosófica,                           1812-1816    Ciência da Lógica 1817             Enciclopédia das Ciências Filosóficas 1821             Princípios da Filosofia do Direito            *   

Memória (XVI)

“Uma geração passa, e outra geração lhe sucede; mas a terra permanece sempre estável! (…). Todas as coisas são difíceis; o homem não as pode explicar com palavras. O olho não se farta de ver nem o ouvido se cansa de ouvir (sempre as mesmas coisas) ”.“Que é que foi? É o mesmo que há … Continuar a ler