Formas para o Nada…

“Faces inumeráveis do Absoluto

autógeno, em progresso e entanto imóvel,

em quedas e subidas alternadas

no fabrico chocamo-nos do fruto  

.

(perfeito desde os amanhãs e outroras)

da semente do Tempo germinada.

Até que a alma feliz, esplenda o vôo

do cansaço das Formas para o Nada.”

*

.

Anderson Braga Horta (n. 1934), Minas Gerais

(De “Soneto mais-que-estrambótico“)

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