"um cântaro"…

   

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“Insuportavelmente, sonhei com um exíguo e nítido labirinto: no centro havia um cântaro; minhas mãos quase o tocavam, meus olhos viam-no, mas tão intrincadas e confusas eram as curvas que eu sabia que ia morrer antes de alcançá-lo.”

Jorge Luis Borges (1899-1986)

Obras Completas I

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