“Neste tempo de sucessos, de quedas e ascensões, para o topo dos topos, para o gelo dos copos, para a vala das gerações. Novos Bogarts em velhas gabardines, novas Madonnas em velhas Marilyns, crestam lendas nos magazines ao ritmo das ilusões. Novas Babilónias erguem-se do pó. E lê-se tudo em diagonal e tudo chega a horas a Portugal, o comboio está agarrado, por fim o tempo está mesmo ao lado. Já chegou o Desejado e o sonho está normalizado, na suave proporção de um para x elevado a um cifrão. Novas Babilónias erguem-se do pó”

 

 

Carlos Tê*  (em «Novas Babilónias» de «LusoQualquerCoisa»);

(*Carlos Alberto Gomes Monteiro, nascido a 14 de Junho de 1955 na Rua da Saudade, Cedofeita)

 

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