o minucioso presente

“Cada instante é autónomo. Nem a vingança, nem o perdão, nem as prisões, nem sequer o esquecimento podem modificar o invulnerável passado. Não menos vãos parecem-me a esperança e o medo, que sempre se referem a factos futuros; ou seja, a factos que não ocorrerão connosco, que somos o minucioso presente.”

Jorge Luis Borges (1899-1986)

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