ad infinitum

Giordano Bruno

«Giordano Bruno, que radicalizou princípios da nova ciência advogando ao mesmo tempo um regresso ao Hermetismo, marca a linha separadora entre duas subcorrentes da nova ciência. Queimado pela Inquisição de Veneza em 1600, o único mártir da revolução científica não era um cientista mas um mágico cujos interesses esotéricos, estudados por Frances Yates, são paralelos à presença do Platonismo em Copérnico, do Pitagorismo e Astrologia em Kepler e Fludd, do Rosicrucianismo em Descartes. Proclamava a infinidade do mundo como revelação libertadora: a. O céu é cúpula do espaço infinito. b. Existem luminárias espalhadas ad infinitum. c. Há muitos astros de tamanho idêntico ao do sol. d. As estrelas são sóis talvez rodeadas de planetas. e. O universo tem uma multidão de mundos. f. O universo não tem centro. É o fim do heliocentrismo.»

(autor n.id.)

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