Símbolos III

“Existem algumas possibilidades de relação do ego com o símbolo, e estas formas de relação, consequentemente gerarão atitudes específicas no comportamento do indivíduo.

Assim sendo, o ego pode identificar-se com o símbolo, neste caso a imagem simbólica será vivida concretamente. Desenvolve-se uma atitude de concretismo.

Outra possibilidade é a do ego estar alienado do símbolo; o símbolo será reduzido ao signo. Gera, portanto, uma atitude reducionista.

E uma última possibilidade que se pode constatar é a do ego, embora claramente separado do inconsciente ser receptivo aos efeitos das imagens simbólicas; tornando-se possível uma espécie de diálogo consciente entre o ego e os símbolos.”

(Edinger, 1972)

 …

 “Aquilo a que nós chamamos de símbolo pode ser um termo, um nome ou até uma imagem familiar na vida diária, embora possua conotações específicas além de seu significado convencional, é óbvio. Assim, uma palavra ou uma imagem é simbólica quando implica alguma coisa além de seu significado manifesto e imediato. Esta palavra ou esta imagem tem um aspecto inconsciente mais amplo que não é nunca precisamente definido ou plenamente explicado.”

(baseado no livro “Teorias da Personalidade”- J. Fadiman, R. Frager – Harbra – 1980)

Excertos do “Resumo da monografia apresentada no Curso de Especialização em Psicologia Analítica, 1998”  por  Sheila Woller Jugend.

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