Almada Negreiros, a pintura, a escrita…

  Acrobatas

Almada Negreiros (1893-1970)

***

(…) “frio frio azul transparente e frio (bis) no branco das casas brancas de manhã azul a desmaiar e empalidecer pra branco e frio nas pernas nuas plo monte acima a acordar e as cabras oblíquas pra cima  a mexer a subir na relva parada nas pedras quietas e sol ao longe sol que há-de vir sózinho sem companhia ali plo monte acima cada vez mais verde com fumos brancos nas casas brancas lá em baixo no frio azul por entre as árvores como as estradas vazias às listas curvas como o vento da manhã  a ir-se embora pla estrada que vai por detrás do outro monte donde não se vê o moínho velho sem ninguém…”

(…)

Almada Negreiros, Saltimbancos (excerto)

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