desassossego

composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa

(Fragmentos)

63.

“Cada um tem a sua vaidade, e a vaidade de cada um é o seu esquecimento de que há outros com alma igual. A minha vaidade são algumas páginas, uns trechos, certas dúvidas…

Releio? Menti! Não ouso reler. Não posso reler. De que me serve reler? O que está ali é outro. Já não compreendo nada…”

*

Fernando Pessoa (1888-1935)

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