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“Eu sou eu e a minha circunstância”

                                      G.K. Chesterton

 

                                                                                                                      

                                                                     

di-vaga-ndo

Estão a surgir notícias sobre provas do aparecimento do Homem na Terra numa fase muito anterior à que é neste momento oficialmente asssumida  relativa às descobertas que indicam que a Humanidade (susceptível  de se pode associar esse nome…) é oriunda de África onde terá nascido à cerca de 40 milhões de anos!

As notícias que agoram se divulgam aqui e ali referem descobertas científicas na Ásia  e esqueletos com uma idade de cerca de 49 milhões de anos.

Bem, estas notícias são muito empolgantes. No que me diz particularmente respeito é a segunda vez que assisto a tal polémica de forma tão acalorada. A primeira foi a que deu origem à teoria que é hoje, conforme referi atrás, oficialmente aceite e que, como todos sabem, coloca a Origem em África. Na altura a ideia parecia descabida e havia “preconceitos que chegassem” para descredibilizar a ideia. O certo é que volvidos alguns anos já ninguém põe em causa a nossa “Africanidade cromossómica”!… Agora a polémica reacende-se, desta vez na Ásia. A vêr vamos. As Origens são sempre um tema interessante…

Em última análise o Homem nunca saberá a sua verdadeira origem. Poderá ir aproximando  a data e local dos vestígios na Terra e dentro de uma certo período de tempo. Não esqueçamos que a Terra tem, ao que se sabe, 4 550 milhões de anos, não chegando portanto a nossa estadia a 1% da Vida do Planeta (os arredondamentos não importam ao desenvolvimento do tema…). Isto partindo do princípio simplista e redutor de que o Homem aparece na Terra pela primeira vez… O mais razoável será que o Ser Inteligente (capaz de prever a curto, médio e longo prazo e conceber e/ou sentir o pensamento abstracto) não seja exclusivo deste “Planeta de 5.ª ordem” e se tenha vindo a estruturar no Universo, aparecendo ocasionalmente no  3.º esferóide do Sistema gravitacional  Solar.

Assim sendo, tomaria a nossa forma, essência  e ânima  de Humanos ainda maior dimensão como Ente Universal, provavelmente formando uma colónia diminuta e homogénia (apesar de tudo…) quando comparável a outras  inevitáveis colónias por esse Espaço-Ser-Tempo fora!…

A consciência da posição que ocupamos nos universos e Universos poderá (através da humildade e grandiosidade inerentes) tornar mais viável a harmonização das energias em presença permitindo, estou certo, equilibrio e serenidade pessoais e consequentemente sociais já que o “eu e a circunstância” coabitam em animada “dialéctica”.

MR0403252347

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Galáxia da Via Láctea onde moramos (com os seus 400 milhões de “sóis”!…)

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